sexta-feira, 8 de outubro de 2010



Eu sou a poesia que quero pensar
num leve lembrar do que fui...
Sou o que quero ser e nada grito.
As minhas lágrimas são sentidas como quem necessita sentir,
e o meu coração está leve como o voar de uma borboleta.
E tudo que preciso, talvez, é o que menos mereço.
A simplicidade do teu sorriso e o aconchedo do teu abraço.
Só assim, me sentirei liberta das armadilhas do mundo
e do que um dia me fez tropeçar...

E tudo é tão simples,
tão quieto,
tão puro em mim.

Não pesa em meu peito
este silêncio,
esta calma,
essa solidão.
Apenas se funde com a alegria de respirar
o mesmo ar que o teu...
E as minhas lágrimas
são a voz de um coração
que transborda de sentimentos numa intensidade que me assusta.

2 comentários:

  1. Noossa Judy! Suas palavras fizeram-me até respirar mais suavemente por tamanha identificação de sentimentos... Obrigada por transformar exatamente o que eu sentia nessa belissíma poesia! Lindo!

    PARABÉNS!

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