quarta-feira, 8 de junho de 2011

O mal sem perdão


Sofro de um mal sem cura
de desalento,de mau tempo
de momento em excesso
de  acasos inexatos...

Inflexível de alma
imutável,sem questões
vivendo num corpo
escondida atrás dos olhos
atrás da boca,
debaixo da carne
Só sou real no que sinto
no que desejo e não devo
No que temo e não durmo
No que vejo e não enxergo...
Luto pelo que sei
aposto no que posso perder
Aceito o que não posso mudar

Nos ombros pesados
carrego o que sou,
infinitamente maior
do que posso ser...
O que só importa
para o mal que há em mim,
o mal de sentir muito
o mal sem perdão.

10 comentários:

  1. Apreciei bastante.
    Belo tema, belo poema.

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  2. Grata Thiago,bom ter vc por aqui novamente.

    =)

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  3. Nossa me vi nesse poema, por acaso você fez pra mim? (brincadeirinha).
    Muito bom!

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  4. Suy,

    Que que tenha gostado tanto... é mto bom quando se encontrarm em algo que escrevo,acho importante pra mim, me sinto útil até... =)

    Abraços.Volte mais vezes.

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  5. gostei , muito interessante, beijo no corção...

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  6. Judy, estou fascinada pelo seu blog.
    Sentimentos a flor da pele! Gostei especialmente do modo como escreve... é maravilhoso!!
    Estou lhe seguindo :)
    beeijo

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  7. Grata,grata a todos(as)!

    Vanessa, seja bem vinda!!
    Matheus,volte mais,senti sua falta,viu?

    =)

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  8. Eu penso que nem preciso de um blog, se alguém quiser saber sobre mim, ou se eu pensar em escrever algo basta somente abrir a sua página e pronto: aqui estou eu, linha por linha.

    beijos

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  9. Kivia,

    Adoro os seus textos e seu blog,é mto bom.
    Eu tava mesmo sentindo sua falta nos comentários aqui,bom ter alguém que se retrata nos meus humildes textos.

    Obrigada!
    =)

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