domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ainda...
Ainda sonho e ainda tenho no peito
o pulsar doído do sentir,
do estar e não sair,
do ficar sem ir embora...
Não contei os passos que dei,
esqueci,talvez,nem sei
porque lembrar me aflige
e às vezes,estou cheia disso.
Ainda moro em mim,
embora finja e faço-me
crêr que nunca estou em casa
Ainda sei, por tantas vezes,
que vou embriagar-me
a brindar com a única bebida
que a saudade me oferece,
mesmo se eu não estiver aqui.
o pulsar doído do sentir,
do estar e não sair,
do ficar sem ir embora...
Não contei os passos que dei,
esqueci,talvez,nem sei
porque lembrar me aflige
e às vezes,estou cheia disso.
Ainda moro em mim,
embora finja e faço-me
crêr que nunca estou em casa
Ainda sei, por tantas vezes,
que vou embriagar-me
a brindar com a única bebida
que a saudade me oferece,
mesmo se eu não estiver aqui.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
O mal sem perdão
Sofro de um mal sem cura
de desalento,de mau tempo
de momento em excesso
de acasos inexatos...
Inflexível de alma
imutável,sem questões
vivendo num corpo
escondida atrás dos olhos
atrás da boca,
debaixo da carne
Só sou real no que sinto
no que desejo e não devo
No que temo e não durmo
No que vejo e não enxergo...
Luto pelo que sei
aposto no que posso perder
Aceito o que não posso mudar
Nos ombros pesados
carrego o que sou,
infinitamente maior
do que posso ser...
O que só importa
para o mal que há em mim,
o mal de sentir muito
o mal sem perdão.
de desalento,de mau tempo
de momento em excesso
de acasos inexatos...
Inflexível de alma
imutável,sem questões
vivendo num corpo
escondida atrás dos olhos
atrás da boca,
debaixo da carne
Só sou real no que sinto
no que desejo e não devo
No que temo e não durmo
No que vejo e não enxergo...
Luto pelo que sei
aposto no que posso perder
Aceito o que não posso mudar
Nos ombros pesados
carrego o que sou,
infinitamente maior
do que posso ser...
O que só importa
para o mal que há em mim,
o mal de sentir muito
o mal sem perdão.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Eu...
...plurais de palavras singulares
arrepio frio na pele que não se sente
ideais cansados e desmedidos...
erros cometidos agregando-se
em pilhas de novos erros...
dramatizado de sentimento,
solto em palavras
que me emudecem,
caminhando em passos
que me levam pra
lugar nenhum.
Eu assim, imperfeito
no meu jeito perfeito
de um constante estar
de não estar em mim.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
"Oh I wish I had a boyfriend
I wish I had a loving man in my life
I wish I had a father
And maybe then I would turned out right
But now I'm just crazy, I'm totally mad
Yeah I'm just crazy, I'm fucked in the head
And maybe if I really tried with all of my heart
Then I could make a brand new start in love with you
Oh I wish I had a sun tan
I wish I had a pizza and a bottle of wine
I Wish I had a beach house
Then we could make a big fire every night
Instead I'm just crazy, I'm totally mad
Yeah I'm just crazy, I'm fucked in the head
And maybe if I really tried with all of my heart
Then I could make a brand new start in love with you..."
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Carma
O que há mais que esperar?
Esperar o que não se sabe...
Atropelar a dor do carma,
afim de alcançar a falsa paz...
E que outro jeito,
senão viver
e tentar sorrisos...?
Tentar sorrisos,
eis a parte mais complexa.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Sobre o tempo...
O tempo é algo
que não te espera
calçar os sapatos,
escovar os dentes,
não te espera sequer,
levantar da cama...
Te faz correr,
correr atrás dele.
O próprio tempo é partido,
por isso,reconhece o que sou,
sabe o que não tenho
e só absorve o que prevalece.
A minha força precisa,ao menos,
alcançar a pressa que o apressa,
O tempo que te acorrenta,
te engana,
te enlaça,
te exclama...
Agrega-se assim,à alma,à vida
sem dizer "com licença",
sem pedir "por favor".
O tempo
é um senhorzinho
covardemente rabugento,
que nada nos precisa dizer,
que age em nós...
nos fere,
nos cura
e depois,
nos mata...!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Houve um dia...
...em que pensei
que jamais chegaria...
Dia de sentir-me capaz,
de chegar até aqui.
O tempo passando por mim,
pode perceber que ainda
estão em meu rosto,
os traços de infancia,
mas acompanhando uma alma,
sorrateiramente pronta,
pra apontar o ponto final que chega.
Pra saber que certo dia chegaria,
que todo fim precisa ter fim.
Houve um dia,
de tanta dor
pra pouco riso,
que foi amor o que eu sentia,
e era dor o que só doía...
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